03 abril 2012

Férias pelo Uruguai (Rivera, Montevidéu e Chuí)

Montevidéu ou Montevideu (em castelhano: Montevideo) é a capital e maior cidade do Uruguai. É também a sede administrativa do Mercosul e a capital mais jovem da América Latina, fundada entre os anos 1724 e 1730. Localiza-se na zona sul do país, às margens do rio da Prata e é a cidade latino-americana com a maior qualidade de vida e se encontra entre as 30 cidades mais seguras do mundo.

Quase a metade da população do país, ou 1,4 milhão de habitantes, mora nessa metrópole, que possui uma arquitetura charmosa e preservada, onde vale a pena andar a pé e admirar suas ruas elegantes.

A cidade se encontra em uma zona geográfica que se caracteriza como a rota principal de exportação de cargas do Mercosul. Por sua vez, conta com uma baía ideal que forma o porto natural mais importante do país e o melhor da América do Sul, pela qual saem e entram as mercadorias exportadas e importadas.
Os cidadãos de Montevideo são conhecidos como pessoas cultas e elegantes. (Fonte: www.wikipedia.org)


Como realizamos esta viagem:

Nas últimas férias, em 10 dias, fomos para Campos do Jordão-SP (veja o relato completo aqui), agora era o momento de gozar os 20 dias restantes e de aproveitar a  oportunidade perfeita para realizar um sonho e vencer um desafio pessoal. Estava sempre em meus pensamentos uma viagem solo, de preferência além das terras brasileiras e com uma estrada que parecesse infinita. Como minha esposa e companheira de estrada não pôde ir, em virtude de um emprego novo, estava resolvida a questão da viagem solo, faltava só o roteiro que contemplasse os dois outros requisitos do sonho/desafio. Depois de bastante conversa com a Dayana, até decidirmos um destino em que ela toparia não ir, optei por Montevideo, via Santana do Livramento e volta pelo litoral uruguaio e gaúcho.
Meu perfil analítico me fez gastar horas de planejamento, pesquisando: mapas, telefones de emergência, rodovias, aduanas, ambulâncias, oficinas autorizadas, consulado, hoteis e cidades.
Além disto gastei um tempo com a parte mais burocrática que envolveu cartões de crédito, operadora de celular, carta verde, cópia de todos os documentos, câmbio e mobile banking.
Para completar, não poderia faltar os cuidados indispensáveis com a motoca: revisão geral, troca de pneu, compra da chave de rodas dianteira e testes do compressor de ar (para eventual necessidade de calibrar os pneus). Ufa! Acho que vi tudo....
Com tudo providenciado, faltava só separar o vestuário, organizar a bagagem e dar uma última checada em toda a pesquisa realizada anteriormente (só pra garantir...) e isto foi feito no domingo, 05/02 (véspera da partida), confesso que a esta altura dos acontecimentos senti um frio na barriga!

O roteiro:
  

Exibir mapa ampliado

Segunda, 06/02, às 05:10hs era o momento de iniciar a nossa primeira viagem internacional com a moto; eu digo nossa, pois apesar de ser solo, acredito plenamente que Deus cuida de cada detalhe! Algumas perguntas estavam comigo, desde o momento em que levantei naquele dia: Muito longe? Depende de até onde você já foi. Perigoso,  talvez? Depende das balas perdidas e dos infortúnios que estão em todo o lugar.. Deveria ficar em casa na "zona de segurança"? Até podia, mas perderia uma grande oportunidade! Respondi para mim mesmo com tranqulidade e então tive a certeza de que seria uma excelente viagem!

Saída
Minha fotógrafa oficial fez questão de registrar a saída, já que esta seria a única foto que ela poderia tirar nesta viagem. Mesmo parecendo tranquila na despedida, ao retornar descobri que rolaram algumas lágrimas ao ver a moto se distanciando na escuridão.  Foi bom não ter visto a minha esposa chorando, querendo ir junto e no fundo preocupada com a semana que viria para nós dois. Deixar a nossa família para traz sempre é algo difícil, ainda mais quando é a primeira vez que acontece.

A estrada estava ótima, um ar gelado e com pouco movimento. Acredito que os primeiros quilômetros sejam sempre os mais tensos, depois libera uma coisa boa nas veias e dai em diante é só curtir a estrada.
Cheguei à divisa de SC com o RS às 08:20 hs e encaminhei a primeira mensagem para a Dayana, afim de deixa-la despreocupada. Duzentos e sessenta quilômetros a menos até o destino final.

Divisa SC com RS
O GPS marcava a distância que ainda faltava, mas eu levei anotado a quilometragem entre as principais cidades,entendo que vencer as partes é mais divertido do que a viagem toda. E meu próximo ponto marcado era Porto Alegre, capital gaúcha.
Tive que ser disciplinado ao chegar em Osório, avistar os geradores eólicos e não desviar da rota para vê-los mais de perto. Apesar de já ter chegado bem próximo deles  quando realizamos a viagem até Foz do Iguaçu (Veja aqui o relato e fotos), não havia tantos como em Osório - RS. Pensei comigo: se na volta eu passar pela mesma estrada vou até o local mais perto possível.
Usina Eólica de Osório-RS

Chegando em Porto Alegre, em vez de entrar a direita como o GPS apontava, por um descuido, fui reto e acabei no centro da cidade. Sem chances de voltar, tive que contornar em frente da rodoviária até chegar ao viaduto novamente. Naquele momento, além de ficar preocupado em me perder também pensei na gasolina. Considerando que a minha estrada até o destino era de pouco comércio, parei na Polícia Federal para saber onde haveria um posto.... "Sr. segue daqui a exatos 10km do lado direito terá um posto".

E foi exatamente assim a viagem toda, sempre que a moto alcançava seus 300 quilômetros, o próximo posto estava bem perto, sem maiores problemas.

BR 290 em direção a Santa do Livramento

Apesar de alguns períodos de chuva durante a viagem, os últimos quilometros antes de Santana do Livramento –  RS (divisa de RS com Uruguai) foram muito quentes. O calor me fazia suar dentro da jaqueta a ponto de molhar a camiseta e não havia nada a ser feito. Abri um pouco a jaqueta, mas era quente demais e o que eu previa começava a se concretizado! Uma grande nuvem negra se formava no horizonte e aos poucos o branco, indicando a chuva caindo, começava a aparecer.
Em algum lugar da BR 290
Faltando 40 km para chegar ao meu último destino do dia, a chuva começou forte e com ela vieram poderosas rajadas de vento. Os carros paravam no acostamento e as pessoas, por terem sido pegas de surpresa, corriam para abrigos. Tive que parar em um ponto de ônibus para guardar minha carteira que estava no bolso da jaqueta, mas sem proteção plástica. Assim que diminuiu a manifestação da natureza, segui viagem até chegar ao hotel, que havia pesquisado na internet, às 17:05hs. Considerei meu tempo de viagem ótimo, foram 940 km em 12 horas. E com isto tive referência para saber qual minha capacidade diária.
Como eu ainda não havia reservado o hotel, decidi dar uma espiada no que havia ao lado do pretendido. Depois de uma conversa amigável e de informações importantes como reforma, reinauguração do hotel há 60 dias e garagem segura para a moto, acabei ficando com a segunda opção: mais confortável, segura e R$20,00 a mais do que a primeira. Valeu a pena.
Quarto do hotel
Malas no quarto e banho tomado, chegou então a hora de sair para um passeio a pé e pisar em solo uruguaio. O hotel estava localizado na rua que faz a divisa dos dois países, portanto, bastou atravessar a rua para chegar à praça em que estão as duas bandeiras e o monumento que separa o Brasil do Uruguai.
Divisa entre Brasil e Uruguai
 Seguindo pelas ruas, chegamos a principal avenida de Rivera que possui diversos Free-Shops com tudo o que podemos imaginar, desde roupas, bebidas, perfumes, chocolates até brinquedos. As lojas contam com excelente estrutura, bom atendimento e bastante conforto. Um prato cheio para quem veio com porta-malas vazio, não foi o meu caso, que, como sempre, deixei meu porta malas em casa!


Riviera - Uruguay
O final do dia estava chegando e eu precisa jantar, já que aproveitei a falta de fome e a vontade de chegar logo ao destino para pular o almoço. Encontrei um restaurante que tem Wi-Fi e aceita cartão (queria usar o cartão para saber se estava tudo ok) e pedi um Xivito. Segue a foto com o resultado...

Jantinha
Depois da “jantinha”, segui para hotel para o merecido descanso.
Dia seguinte, acordei cedo para tomar meu café (minha refeição predileta nas viagens). A idéia era sair o quanto antes, passar pela aduana e seguir até Montevidéu de forma tranquila.
Mas, ao chegar à sala do café (na cobertura do hotel, hehehehe) me deparo com fortes chuvas, ventos e raios. Isto já era 8hs e ainda estava escuro. Conversei com a senhora do cozinha e ela falou: - Está perigoso o dia, pode cair árvore e destelhar casas! Eu entendi o recado. Veja a foto tirada da cobertura do hotel que mostra a situação do Uruguai naquela manhã..

Visão da sala do café no Hotel... chuva
Pensando um pouco, usei o meu lado lógico e fiz uma lista com as opções que eu tinha :
1)      adiar um dia de viagem e ficar no hotel em que eu estava;
2)      continuar no Brasil e pagar a multa de U$ 80,00 para o hotel reservado em Montevidéu;
3)      Seguir viagem, mesmo com toda a chuva possível, já que eu estava com tempo e o máximo que poderia acontecer seria eu ter que parar no meio do caminho.
Sem mentira, as duas primeiras foram as opções imediatas. A terceira veio depois de terminar o café e conversar com o dono da chuva.
Então fui para o quarto, arrumei as malas, coloquei a roupa adequada para enfrentar a chuvarada e levei minhas coisas para a recepção. Pedi para encerrar a conta e perguntei se o hotel teria vaga caso eu quisesse voltar. A recepcionista questionou:
- Você vai nesta chuva? Eu respondi: - Claro, assim não é tão quente!
Atravessei a fronteira com a moto e a sensação de andar com a gordinha em terras estrangeiras foi muito melhor do que qualquer opção anterior. Isto eu não sei explicar!
Na aduana, peguei minha pasta com documentos (carta verde, seguro, documento da moto, documentos pessoais.....) e fui ao fiscal para fazer os procedimentos. Para minha infelicidade ele pede apenas a identidade e o documento da moto e me entrega só um papel com carimbo.  Simples assim!
Aduana









Entrei na Rota 5, meu destino agora era Montevidéu, cerca de 560 km de onde eu estava. A chuva continuava, mas ao longo do trajeto o céu foi abrindo.


Rota 5 - em direção a Montevidéu


Rota 5 - Ao lado da plantação de Girassol









Enquanto eu fazia esta foto, passava um casal de Vstrom amarela. Mais tarde encontrei-os num posto de gasolina e conversamos por alguns minutos. Eram de Natal - RN , estavam na estrada desde 6/jan, já tinham passado por Brasilia, Foz do Iguaçu e o destino final deles era Buenos Aires - ARG. Depois do papo, eles seguiram viagem enquanto eu fazia o reabastecimento (primeiro no Uruguai), colocando gasolina de R$ 3,20 / litro... pensa na dor!


De volta na estrada precisava resolver um probleminha: fotografar a paisagem com a moto em movimento.... Esta tarefa sempre foi responsabilidade da minha esposa e já que ela não estava e que eu não poderia parar todas as vezes em que a paisagem me encantasse, tive que me virar. Acabei descobrindo uma habilidade: fotografar e pilotar ao mesmo tempo (pelo menos em estradas tranquilas). Fui aperfeiçoando a técnica, até que consegui fotos como estas:


Fazendas no meio do Uruguai
 Entre as pequenas cidades na Rota 5, o que mais me chamou atenção foram as fazendas. Eram lindas e muito bem cuidadas.

Quando cheguei em Canelones o visual mudou, a estrada ficou larga e com cara de cidade. Movimento intenso e muitas casas. A partir dali eu já estava na região metropolitana de Montevidéu.
Estava bem quente, eu suava muito e não via a hora de parar em uma sombra. Resisti bravamente a esta vontade e fui direto ao hotel reservado. Cheguei por volta das 16hs, fiz o chek-in, deixei a moto em segurança na garagem e fui me refrescar com um merecido banho.
Descansar? Nem deixei isto passar pela minha cabeça e fui bater perna pela principal avenida de Montevidéu, Av. 18 de julho.
Montevidéu


Cadeados

Carrinho de lanches (muito comun)





À noite, conversei com a familia e fui logo para cama, já que o excseeo de calor havia deixado o dia mais cansativo que o normal.
Tranquilo por estar no destino, acordei mais tarde e fiz uma análise dos mapas com pontos turísticos pegos na recepção do hotel. Resolvi que faria o contorno pelo porto e seguiria pelas praias. Na volta retornaria pelo centro, passando pela Av. Italia e depois a 18 de Julho.

Praça da Independência


Região do Porto








Profissão boa pra cachorro

Hotel Cassino em reforma

Deste ponto resolvi retornar, por onde passei na Av. Bolívia.
Avenida Bolívia

Igreja Adventista




Depois do passeio pela cidade de moto, deixei-a na garagem e sai a pé. No passeio conversei com algumas pessoas e tomei um belo café da tarde.






Centro de Montevidéu

 Uma das coisas que me chamou bastante atenção no passeio foram os bancos da praça. Eles estão virados para o centro da praça e não para o calçadão da praça por onde as pessoas passam. E quanto mais perto das 18hs, mais a praça vai enchendo. Cada um acha um lugar e fica sentado ouvindo uma boa musica erudita que ’e tocada nas caixas de som e apreciando o chafariz do centro da praça. Em um dos dias, teve um show solo com violão, mas independente da musica, o maior prazer das pessoas é chegar, sentar e ficar ali pensando na vida.....

Na quinta-feira acordei cedo, deixei tudo pronto e fui tomar café. As 08:30 eu estava saindo do hotel e me despedindo com um forte aperto de mão do brasileiro responsável pela garagem. Gente boa, simpático e com muitas historias boas pra contar.
Destino? Punta Del Leste... uma das praias mais agitadas do Uruguai.


Em direção a Punta del Leste

Marketing de taxi aéreo (com avião real)

Ferro velho na beira da estrada




Hotel  cassino que chamou atenção pelo tamanho








De um lado o céu estava assim, do outro...

céu perfeito.
Famosos dedos na Praia Brava de Maldorado





Para saber mais sobre estes dedos clique aqui
Seguindo pelo litoral, várias outras paisagens lindas chamam a atenção. Entre pequenos vilarejos e a cidades, as praias mudam e cada uma com suas características específicas. Em todas elas havia muita organização e limpeza.






Ponte ondulada em La Barra







Estrada que vai do litoral em direção a Rota 09
Depois de um longo trajeto de puro prazer por estar em boas estradas, uma fiscalização da polícia uruguaia. E não deu outra, ao sinal do guarda tive que parar no acostamento. Guarda simpático e conversador que preferiu primeiro saber detalhes sobre a viagem, potência, velocidade e autonomia da moto e só depois pedir os documentos. Tudo certo com a fiscalização e ao final do papo já havia quatro guardas apreciando a moto!

Não são só os guardas que gostam de  belas motos, todo o povo uruguaio admirava bastante a gordinha. Não que a minha moto seja uma poderosa, mas alguma coisa ela tinha, já que eles olhavam bastante!

Seguindo viagem, já perto da divisa com o Brasil, final da rota 09, algo bem interessante, destes em que a gente s’o encontra por acaso e em viagens como esta. Uma placa avisando que logo a frente existe uma pista de pouso de emergência para aeronaves. Vejam as fotos, ela possui cabeceira e at’e espaço para fazer a volta!!!
Divisa do país


Muito show andar com a motoca em uma pista de pouso e decolagem de avião... Será que ela tentou pegar vôo? Em meus pensamentos sim!

Eu particularmente achei incrível, apesar de ficar me perguntando pra que? Deixei a resposta por conta dos uruguaios, e fiquei curtindo o “vôo” com minha companheira!

Depois de passar pela aduana e devolver o "papel com carimbo", cheguei a divisa com o Brasil, na cidade de Chui - RS.

Agora “só” faltavam 260 km até Pelotas, onde seria minha pernoite. No trajeto passei pela reserva do Taim, a mais importante do Rio Grande do Sul.



Pensa numa estrada sem fim!
Cheguei ao hotel em Pelotas-RS as 17:07hs, esta foi a última noite fora de casa. Novamente um banho e descanso merecido depois de 600 km.  Desta vez não teve saída pra dar uma olhada na cidade, o hotel, bem tranquilo e com muito verde, foi um perfeito convite para uma noite de sono pesado, depois de, como todas as noites, fazer um contato com a “base familiar” em Santa Catarina .

Hotel em Pelotas-RS

Perfeita
Em meus planos iniciais eu devia começar meu regresso do Uruguai na sexta-feira (10/fev) e com tranqüilidade chegar em casa no domingo, mas vários fatores me fizeram estar somente a 720km de casa na manhã deste dia.. Após o café, arrumei tudo e peguei a estrada. Segundo informações da minha esposa (no Brasil o contato acontecia durante o dia também....) estava chovendo em Floripa e aqui o dia estava perfeito, o sol estava querendo aparecer e a temperatura era agradável.


Amanhacer

Realmente a estrada estava perfeita, e neste dia meu propósito foi de não passar de 120 km/h. Literalmente fazer um passeio, curtir e refletir sobre toda a viagem.

Encontrei várias motos no caminho (sentido contrário) e se tem uma coisa que no mundo motociclista se destaca é a cordialidade. Um aceno, sinal de luz ou até mesmo um aviso de que existe radar à frente são detalhes que fazem toda a diferença.

Foram 260 km até Porto Alegre e mais 100 km até Osório, e como o objetivo do dia era fazer um passeio, fui até Parque Eólico de Osório, o maior da América Latina e o segundo maior do mundo com 75 aerogeradores!. Vale a pena, uma visão muito interessante do poder da natureza.

Osório-RS







Depois de Osório, uma parada para reabastecer a moto e tomar caldo de cana para me reabastecer, estava agora na metade do caminho.... Próxima parada: São José – SC. E graças ao maravilhoso Deus, todo seu cuidado e proteção, cheguei em casa as 17hs. Desta vez só a Sandy (nossa rotwelleir) estava me esperando, minha esposa ainda estava no trabalho, por isso tive que registrar sozinho minha chegada em casa....

Dados:
KM total:  2.938,2 km
Diária no hotel em Santana do Livramento: R$ 120,00
Diária no hotel em Montevidéu: U$ 80,00
Diária no hotel em Pelotas - RS 80,00
Média por janta: R$ 20,00 (em Montevidéu 200 a 240 pesos)
Consumo médio da moto:  de 17 a 22,5 km/l
Seguro da carta verde: R$ 94,31

Sites interessantes:
http://www.puntadeleste.com/
http://www.galanosaparthotel.com.br/hotel-livramento/ (Hotel em Santana do Livramento, RS)
http://www.lphotel.com/ (Hotel de Montevidéu, UY)
http://www.booking.com (para reserva e pesquisa de hoteis)

Conclusões:
A viagem foi excelente em todos os aspectos, cultura, lugares, moto, estrada, etc. Uma sensação de  que não existem limites quando se tem coragem e vontade de iniciar.

Mais uma vez percebi que fiz muito planejamento, mas não me arrependo. Prefiro estar preparado, mesmo não realizando o caminho planejado ou ficando no lugar reservado. O roteiro estava em constante mudanças na minha mente.

Fazer uma viagem solo é muito bom para pensar, refletir nas conquistas, sonhar com o futuro e planejar e sonhar a vida. Mas isto é bom nos primeiros dias, depois a falta da companheira começa a virar um incomodo. Ter alguém para falar a mesma lingua, dar sugestões, mudar os planos e compartilhar aquela sensação faz muita falta. É por isto que não tenho outros planos de viagem solo!



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