22 dezembro 2010

São Pedro de Alcântara

Concurso marcado e inscrição realizada!
Lá fui eu levar minha esposa para realizar o concurso municipal na cidade de São Pedro de Alcântara - SC.
Região da Grande Florianópolis, distante aproximadamente a 25km de Floripa.
Cidade tranquila e bonita, muitas curvas, asfalto e paralelepipedo. Bom passeio, mas cuidado, se precisar de alguma coisa...apenas um bar fica aberto aos domingos, nada mais. Nem posto de gasolina fazia atendimento. Ótimo para um passeio na tarde de domingo.

Nada melhor que o Wikipedia para falar na história da cidade, lá vai.
"Povoada por imigrantes provenientes em sua maioria das regiões do Hunsrück e Eifel, sudeste da Alemanha, que chegaram na montanhosa região em 1829. A partir dela surgiram, nos arredores, várias outras localidades germânicas que conservam as tradições de seus fundadores até hoje. Apesar da proximidade da capital, a apenas 32 km, e de quase 180 anos de história, o município ainda mantém atrativos turísticos ligados à natureza, além dos produtos artesanais, como a saborosa aguardente elaborada em centenários engenhos movidos a água. A cidade bela e sossegada tem menos de 4.000 habitantes. São Pedro de Alcântara tem um clima mesotérmico úmido, com temperatura média entre 15°C e 25°C, a uma altitude de 300m acima do nível do mar e com área aproximada em 140,6km2. A igreja matriz foi construída em 1929, no primeiro centenário da imigração alemã. Obra de grande beleza, com altar esculpido em madeira oriundo da Alemanha. Abriga várias imagens sacras bem trabalhadas. Sua cúpula, de grande altura, remete à basílica de São Pedro, no Vaticano. Fica numa elevação de onde se tem excelente vista de todo o centro da cidade. No pátio da igreja estão sepultados os párocos. Está sempre aberta a visitação e é muito bem conservada, restaurada em 1979. São Pedro de Alcântara convida a retomar antigos hábitos".
Fonte: http://www.wikipedia.org/


Vamos aos detalhes do dia...
Depois de encontrar o local da prova, fui me divertir com a máquina fotografica. A foto abaixo fica na praça da cidade



Casa que chama atenção pela sua arquitetura e local.


Igreja Católica



Curiosidade, na frente da principal Igreja Católica, ficam
os tumulos dos padres que faleceram naquela cidade.


Aprendi a tirar foto com o recurso "macro". hehehe



Até o bom velhinho é generoso nestas cidades, jogava um saco cheio de balas e chocolates.
Geralmente apenas jogam algumas balas.


16 novembro 2010

Passeio de 373 km (trajeto Anitápolis, Sta Rosa de Lima, Braço do Norte e Laguna)

,Um domingo, mais exato no dia 14/11/2010.

Objetivo:
Fazer um passeio diferente, com meta de estar em casa até o final da noite.

Detalhes:
Após pesquisar as possibilidades pelo mapa, chegamos na conclusão que faríamos uma aventura por estrada de chão. É isso aí, sem saber quais as condições da estrada e nem quantos quilômetros em cada condição. Apenas sabíamos que era possível e que não precisávamos fazer reabastecimentos durante o pior percurso.

Tanque cheio, saímos de casa as 08hs com um sol perfeito e céu azul. Na bagagem, água mineral, toalha para limpar a viseira e para sentar debaixo de qualquer arvore no momento necessário. E óbvio, câmera fotográfica.

Seguimos em direção a Rancho Queimado, onde deixamos a BR-282 e fomos para Anitápolis. De inicio, muito asfalto bonito, com lindas paisagens e vários sítios com casas magníficas. Muitas curvas para desfrutar a moto e fazer novos testes! Legal.


Começa a estrada de chão, muito largo e com vários trajetos em obras para fazer asfalto também. Até o ponto em que as obras acabaram e daí em diante somente poeira até o inicio da zona urbana da cidade de Anitápolis.


Ponto de parada para um picolé, para espantar o calor, e um café, necessário para manter o motor ligado. Algumas fotos na praça central;




Continuamos, agora, em direção a Santa Rosa de Lima.


Muitas vezes, saimos da estrada para ver o rio, uma ponte, ou simplesmente para apreciar. Como este da foto abaixo:




Novamente muita paisagem bonita, rios com muita aguá e até uma hidrelétrica encontramos. O “tiozinho” permitiu entrar, tirar foto e até explicou todas as etapas e projetos da usina. Como a usina foi vista pela estrada no outro lado do rio, tivemos que achar a ponte e seguir por um caminho que mais parecia o caminho da roça.







Em direção a cidade, algumas paisagens merecem destaque para fotos!


Algumas fotos no centrinho da cidade, e logo fomos nos despedindo, agora o destino era Rio Fortuna.





Como nome já diz, muita água no rio (fortuna) e mais duas obras em construção para formar outras hidrelétricas. A sensação que tínhamos, é que aquela região ou estrada por onde passamos parecia a serra do Rio do Rastro (pelas curvas e largura). Mas com o detalhe de ser chão batido e com vista para o rio que estava a +/- 50 metros abaixo do nível da estrada.

Horário do almoço, estávamos com fome depois de quase 60km de estrada de chão e andando no máximo a 70km/h. Encontramos três igrejas com festas típicas, mas por opção continuamos preferindo encontrar um restaurante. Encontramos um lugar que dizia: lazer, restaurante e quadras de esporte.



A Dayana foi pegar informações com a dona, parece que não tinha mais mesas, mas se quiséssemos poderíamos sentar com o “tiozinho” na mesa ao lado da churrasqueira fora do salão de festas. Pra que melhor? Maionese, arroz carreteiro, pão de trigo e carne... sentado no banco debaixo de um rancho rodeado de muito verde. A fome era tanta, que exageramos um pouco pra quem estava andando de moto.

Resultado, necessário um descanso de no mínimo 30 minutos no centro de Rio Fortuna para voltar a carregar as baterias.



Nosso próximo destino foi Braço do Norte. Dutante o percurso, saimos do asfaltao para ver o rio de mais perto (novamente).


Chegando na cidade, fizemos um reabastecimento e tiramos algumas fotos na cidade.



Vale aqui abrir um comentário para o fato interessante que aconteceu quando paramos para bater a foto da igreja no centro da cidade.

Após bater a foto, tirei o mapa que tinha impresso na internet para saber qual o nosso próximo destino. Sendo que naquele ponto, tínhamos a opção de subir a serra do Corvo Branco. Olhando o mapa (sem descer da moto e com capacete), fiquei trocando ideia com a Dayana por alguns segundos para definir qual seria nosso destino. Nisso, chega um rapaz e pergunta:

- Posso ajuda-los?

O fato de alguém parar, se prontificar a ajudar e principalmente perceber que poderia ser muito útil naquele momento, fez nos refletir e lembrar do professor Euclides, que passou por uma situação semelhante. É uma situação que não encontramos no nosso dia a dia e nas cidades maiores da nossa região.

As pessoas geralmente não tem tempo, estão sempre correndo e muitas vezes ajudam quando são solicitadas. No “mundo” dos motociclistas estas ações até são mais comuns quando entre eles. Mas o rapaz não tinha cara de que estava preocupado com a moto, explicou tudo com a maior calma e sugeriu não subir a serra devido às condições da estrada. Agradecemos a sua gentileza e principalmente a sua iniciativa de parar e fornecer o seu tempo. Normal? Não, isto é diferente. Dar do seu tempo para ajudar alguém é habito que já tivemos mas a vida nos vai tirando, por isto, mereceu uma observação.

Nosso próximo destino era Laguna, mas no meio do caminho ainda tinha Gravatal. Não perdemos a oportunidade e passamos pelo lindo lugar com mais calma, apreciando o pessoal tomando banho nas lindas piscinas naquele dia quente e bonito.


Chegando em Laguna, procuramos a direção do centro histórico onde a Dayana queria tirar algumas fotos.




Na sequencia subimos até o morro da Glória e de lá avistamos o canal  de entrada dos barcos. Assim estavá definido a próxima etapa do roteiro.




Já na ponta do canal, de um lado o tempo esta se fechando. Do outro, um céu azul magnifico.


Depois disto, fomos em direção ao farol mas devido a demora da balsa, resolvemos ir embora após ela chegar. Valeu algumas fotos!


Sabíamos que o movimento iria ser intenso na BR e assim, fomos para casa.
Na região da Palhoça os carros ficaram parados aproximadamente 2:30hs na fila (segundo noticiário). De moto, chegamos em casa por volta das 20hs.

Resumindo:
Quilometragem total: 373km
Despesas de gasolina: +/- R$ 58,00
Média por km/L : 18,7
Almoço: R$ 12,00 por pessoa – livre.

Aprendizado:
Chegamos em casa, cansados principalmente do congestionamento nos últimos km. Felizes, pelo passeio, com a memória cheia de novos lugares; lugares simples, lindos e perto da natureza. Culturas diferentes e principalmente cidades tão próximas de onde moramos. Valeu cada grão de poeira e cada minuto.



"Quando viajo de carro aprecio a paisagem... Quando viajo de moto faço parte dela"
  Frase conhecida dos motociclistas.





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04 novembro 2010

Encontro de Vstrom em Floripa - 2010 (VstromSummer)


Encontro de Vstrom's de 30/10 a 2/11
Ao total de 22 motos, abaixo seguem algumas fotos do dia 31/10 na Costa da Lagoa em Florianópolis - SC







Posted by Picasa


Mais fotos podem ser vistas no album

Primeiro passeio com mais de 2.000 km com a Vstrom

1.Nossa primeira viagem com a V-Strom e também o percurso maior que 2.000 km.
Ocorreu no período de férias entre out e nov/2010.


Objetivos:
1) Visitar o cunhado, que estuda no IAP (Instituto Adventista Paranaense), onde minha esposa também estudou;
2) Conhecer Foz do Iguaçu (principalmente as Cataratas);
3) Ficar uma noite em Treze Tílias / SC.

Data de saída prevista: 26/09 as 5hs
Data de chegada prevista: 03/10 as 12hs

Preparação:
• Fechamos o roteiro, definimos as paradas e ficamos em dúvida com relação a quantos quilômetros conseguiríamos percorrer em um dia. Iniciamos então uma pesquisa na internet e chegamos na bela conclusão de que tudo depende de cada um. Ótimo, definimos que faríamos até onde aguentássemos!
• Montamos o checklist com tudo que precisava ser levado, tivemos como principal referência o site www.motoa2.com.br (excelentes dicas).
• Revisão da moto: como a moto tinha exatos 3.865km, não me preocupei com óleo, água, etc., pois o ex proprietário havia feito a revisão dos 3 mil km na concessionária Suzuki. Apenas requisitos básicos foram adicionados: graxa para corrente, gel para pneus e um mini compressor de ar para emergência.
• Acessórios na moto: para aproveitarmos as alforges da Falcon e não gastarmos dinheiro agora com os baús laterais precisávamos adquirir os afastadores. Não encontramos os afastadores, então compramos os suportes para baús Givi (R$ 250,00). Com velcro amarramos as alforges e tudo certo! Não ficou lindo,mas resolveu. Quanto a chuva, nada que sacos plásticos não resolvam! Já tínhamos usado e o resultado foi muito satisfatório.
• Impressão dos mapas (do Google maps) com anotações: imprimimos por etapas para facilitar a visualização e detalhes do mapa.
• A aquisição que consideramos mais inteligente foi a de uma pequena bolsa impermeável. Ela ficava o tempo inteiro com a garupa e nela estava o dinheiro para pedágio, documentos, câmera fotográfica, bloco de anotações, caneta e mapas.

Viagem:
A minha esposa, que até o momento estava confiante e ansiosa para iniciar a viagem, ficou com medo e um pouco apavorada com a loucura. Afinal, era nossa primeira viagem e com uma quilometragem um tanto alta (2.400km) e nossos familiares, apesar de nos apoiarem, achavam que éramos “um pouquinho” loucos. Com toda a psicologia em ordem, saímos de São José as 06:00hs do dia 26.
A moto ficou pesada. As duas alforges carregadas com roupas (uma para cada um) fez o peso aumentar consideravelmente. No baú guardamos a bolsinha de tecnologia (pen drives, carregadores de baterias, etc), corda, toalha para limpar capacete, graxa, material de higiene pessoal, etc. Resumindo, ficou cheio também.
Primeira parada para abastecimento foi após os 246km rodados. Eu estava curioso para saber qual a média da moto naquelas condições. Andei na média dos 140km/h e por isto não poderia ter sido diferente: 16,1km/L. Bom, para melhorar, não tinha muita opção de gasolina e posto: abastecia no posto quando o indicador apontava meio tanque (11 litros) ou arriscava até quando aparecesse outro posto. Sinceramente, acho que as vezes não era gasolina o que entrava naquele tanque!
Segunda parada foi em Ponta Grossa, fizemos um lanche, abastecemos e seguimos viagem. Estávamos impressionados, pois eram 10hs e se continuássemos neste ritmo chegaríamos em Maringá as 14hs.
Continuamos viagem e faltando 200 km para a chegada ao destino começou a chover. O que parecia estar tão próximo, começou a demorar para chegar.
As 13hs paramos em Ortigueira – PR para almoçar. Muito bom, mas cuidamos na alimentação para que a fermentação da comida não causasse sono na viagem. Nada que uma coca-cola não resolva, levantando o astral!

Lombadas em cada cidade que antecedia o nosso destino e o movimento de caminhões, fez com que o tempo aumentasse consideravelmente.  Chegando na cidade, mais uma parada para um café, e finalmente  iniciamos a procura pelo colégio IAP ou aeroporto.

Foi tranquilo, algumas informações e chegamos lá. Difícil foi a quantidade de chuva que caía naquele momento.

Data e Hora de chegada:   26/09 - 17hs (domingo). 
Km executada:  762km
Segunda feira, depois do almoço, pegamos a estrada novamente, agora o destino era Foz do Iguaçu.





Estradas não duplicadas, pedágios e muita passagem por cidades (baixa velocidade e muita lombada).  Mas a recompensa foi o visual na estrada, com grandes plantações e retas maravilhosas para acelerar. Tive impressão de estar no lugar errado, pois andávamos 10 min sozinhos, sem encontrar  vestígio algum  de pessoas, casas ou outros carros. Mas, tava tudo certo!

Depois de dois abastecimentos e a média ficar em torno de 16,7 e 17,4 km/l, chegamos a Foz, onde um guia hoteleiro nos levou até 3 opções de hotel/pousada. Acabamos ficando na terceira opção! Nada de frescura, mas queríamos um lugar “limpinho”, barato e com garagem para moto.
Recomendo utilizar o serviço de guias disponíveis na cidade, eles fazem parte de uma cooperativa de guias turísticos que auxiliam as pessoas a escolher hotéis, pousadas e tem toda infra estrutura de translados para visitar os lugares. Eles usam um colete amarelo com identificação e levam você até as opções que melhor se adaptam com a necessidade.
Ficamos na pousada Charme, R$ 90,00 a diária com café da manhã e internet grátis.
Data e Hora de chegada:   27/09 - 17hs (segunda). 
Km executada:  403 km
Terça-feira, a Van levou a gente para o Paraguai e nos levou para os shoppings e aguardou o nosso retorno. Chegamos na pousada as 13:30hs. Custo da Van: R$ 20,00 por pessoa (ida e volta).
Fomos almoçar num restaurante dentro do supermercado Mulffato, excelente comida e um preço bem mais barato do que pagamos em Floripa. Perfeito, para quem não queria gastar muito!
Depois do descanso, fomos dar uma volta até a entrada das Cataratas, onde descobrimos o parque das Aves.
Depois de pagar e ver tudo sugiro apenas para pessoas que realmente gostam muito das aves. Mas, minha esposa amou. A sensação de ter tucanos do seu lado, diz ela, é fantástica.
Custo: R$ 18,00 por pessoa + R$ 5,00 de estacionamento (opcional, pois existe estacionamento livre também)
Depois do passeio jantamos no mesmo restaurante do meio dia! Excelente.
Quarta feira, dia 29, visitamos as cataratas e realmente curtimos bastante.  Custo:  R$ 22,00 por pessoa + R$ 12,00 de estacionamento.

Tínhamos a opção de deixar em estacionamento de R$ 5,00, mas o tiozinho ia pescar, fiquei meio preocupado com a máquina e preferi pagar os R$ 12,00. Também recomendamos a compra das capas de chuva, R$ 5,00 cada uma. Ou então leve a capa de chuva, utilizada na moto, foi o que eu fiz.
Depois das cataratas, fomos conhecer o Marco das Três Fronteiras (Brasil, Argentina e Paraguai). Apesar de ser num lugar feio e com cara de perigoso fomos até lá e valeu a pena.
Ainda com um tempinho sobrando e precisando de um café (só eu),  decidimos conhecer o centro de Foz do Iguaçu e encontramos uma padaria que tinha Buffet de café colonial, perfeito!
Sem necessidade de janta, descansamos, afinal, o dia seguinte não seria curto.
Quinta feira, após o café na pousada, pegamos a estrada rumo à  Treze Tílias. Com 546 km pela frente, ficamos preocupados com o tempo, principalmente por se tratar de estradas sem pedágios (consequentemente, não cuidadas).  Estávamos certos, o trecho de Lindoeste até Franciso Beltrão  foi horrível, com muitos caminhões e buracos na pista. Não ultrapassamos os 100km/h. Em compensação ao chegar na BR 280 foi só felicidade. Belas paisagens, estrada boa e curvas para degustar a moto. De brinde ainda encontramos os geradores eólicos, “cataventos”, na cidade de Palmas. São 80 geradores instalados na beira da estrada e que vale a pena parar e dedicar alguns minutos para apreciar.
Segundo a dona da única lojinha na região estão sendo instalados mais 80 geradores.
Seguindo a diante, chegamos ao nosso destino as 17hs e, sem muitas dificuldades, encontramos o Hotel Tirol (R$ 120,00 diária do casal com café da manhã). Nos instalamos e fomos caminhar pela cidade, fizemos um lanche e fomos descansar.
Data e Hora de chegada:   29/09 – 17:20hs (quinta). 
Km executada:  552 km

Na sexta feira, depois do café da manhã, mais uma caminhada pela praça e na sequência pegamos a estrada em direção a Jaraguá do sul.
Pra ser diferente, começou a chover fino. E segundo orientações da recepção do hotel, economizaríamos 30 km se fossemos pela estrada de chão de 10km em direção a Videira. Ótimo!!! Fomos pela estrada de chão que era praticamente só pedra, e que ficou lisa como um sabão. Enfim, fizemos 12km de chão com pedra + 5km de asfalto + 6 km de chão novamente, isto em 48 minutos. Resumindo, ganharíamos muito mais se andássemos 30km a mais. Mas, viagem com emoção é bem melhor!
Almoçamos em Fraiburgo, em um dos poucos estabelecimentos que ficava aberto para almoço. Incrível, as lojas fecham e o trânsito vira um caos porque as pessoas vão para casa, de fato não estamos mais acostumados a isto.  De Fraiburgo, saímos com tempo seco e fomos em direção a BR 116 para chegar até Mafra. Nosso objetivo era parar em Rio Negrinho ou São Bento do Sul para tomar um bom café da tarde e seguir viagem. Infelizmente na região de Monte Castelo começou a chover muito e decidimos ir direto para Jaraguá, apenas tomando uma caneca de café na beira da estrada.
Chegamos ao interior de Jaraguá do Sul, na casa da minha avó, as 18:40hs.
Data e Hora de chegada:   01/10 – 18:40hs (sexta). 
Km executada:  391 km
Custo R$:  fica na casa da vó não tem preço (Cuca + bolachas + bolos diversos).
Domingo, dia 03/10, saímos as 10hs da casa da vó e fomos em direção a nossa casa, onde meus pais já estavam preparando um churrasco. Só alegria para todos


Data e Hora de chegada:   03/10 – 11:40hs (domingo). 
Km executada:  197 km


Resumindo:
-Totalizamos 2.401 km (considerando os passeios dentro das cidades).
-Pagamos de pedágios nos dois estados: R$: 54,25
-Gasolina R$: 324,00
-Dias de passeio:  7 dias

Aprendizado:
- Levar menos roupas
- Saber os limites da capacidade física
- Prudência no trânsito
- Sensação inigualável a qualquer outra viagem que já fizemos de carro ou avião


É isso ai, espero que tenham gostado dos relatos.